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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Brasil, mostra a tua cara

Parece que vivemos de estatísticas.




Listas de IDH, ENADE, todos os dados do IBGE, das bolsas, da polícia, do governo, etc...
E acabamos embarcando.

Durante o período eleitoral então, é uma loucura. Há tantas pesquisas que não se sabe o que esperar.

Aí, compara-se uma cidade do interior do Maranhão (aquele império do norte brasileiro, sabe?) com uma do interior de São Paulo.


JN/Globo.comBing Imagenns


Esperar por similaridades? Impossível!

Descrever as discrepâncias como absurdas, Bobagem. Não é de espantar. É o retrato do mundo.
 De um lado o homem do campo analfabeto, sem saúde e sem informação ou capacidade de decodifica-la e do outro o homem urbano de classe média alta que vive em condomínios fechados e que forma opinião.

Alguma coisa precisa ser feita para que a população decida tomar as rédeas da situação.

Não dá mais para nos guiarmos pelos índices habituais e muito menos pela divulgação inconsistente e tendenciosa que se faz deles.

As redes sociais tem desempenhado um bom papel ao menos no sentido de "fazer barulho", mas até nelas, já vemos indícios de manipulação e o pior, aceitação de tudo o que é divulgado sem crítica.

Se eu sei o q fazer? Claro que não!

Bato na mesma tecla: educação.

Mas até que os efeitos dela surjam, o que vai ser de nós?

Brasil, mostra a sua cara, mas a cara real, que somente cada um pode dizer qual é. Divida o que sabe, aponte erros e acertos e principalmente não permitam que informações erradas ou maquiadas tornem-se conhecidas como reais.

http://youtu.be/661vbXWDPew

"Grande pátria desimportante


Em nenhum instante

Eu vou te trair" Cazuza/George Israel/Nilo Roméro





sábado, 29 de outubro de 2011

Lula e o câncer

Vocês sabem que não sou petista e muito menos Lulista.

Mas sabem também que digo por aí que sou apenas uma pessoa que gosta de pessoas.

Não meço ninguém pelo tamanho da conta bancária ou pelo status que tem.

Não, não sou idiota. Adoraria ter o dinheiro que alguns tem, almejo os títulos de outros sim, mas me falta sorte ou competência ou oportunidade, sei lá!

As notícias sobre os exames de Lula hoje, obviamente provocaram alvoroço. Dezenas de jornalistas apinhados no Sírio, polícia mobilizada, médicos tendo que bancar o assessor de imprensa. Enfim, o carnaval de sempre, causado pela falta de conteúdo dos dias de hoje.

Causaram também uma enxurrada de confissões nas redes sociais. Elas diziam: "Sou uma amostra da falta de respeito, consideração e falta do que fazer da humanidade"

Muito mais manifestações torcendo pelo câncer do que pelo ex presidente!

Aliás, pouco importa o cargo que ele exerceu. Trata-se antes de mais nada, de uma pessoa.

E uma pessoa, que inegavelmente tem uma história de vida admirável, um carisma e uma simpatia incontestáveis.

O pior, é que muitos dos que se manifestam a favor da vitória da doença, frequentam templos, divulgam "a palavra" de seres iluminados como Buda, Jesus, Maomé ou   personificações como Iemanjá ou Xangô....

Fazem doações para os criança esperança da vida, falam em compreensão, no trabalho fazem cursos de administração de conflitos... coisas que possam lhes fornecer uma imagem positiva. Mas, o imediatismo em que estamos mergulhados os faz titubear e impulsivamente demonstrar o que realmente são.

Outra coisa. Uma pessoa com câncer (ou aids ou seja lá o que for) é alguém temporariamente fora do páreo. Um guerreiro tentando vencer um inimigo ou ao menos sobreviver à ele
. E nessas horas apoio é sempre bom, e tratando-se de um inimigo que pode derrubar a todos, tripuidiar não me parece um bom negócio.

Façam o seguinte: arrumem o que fazer. Ao menos calem-se e "engulam" suas afrontas.

Ou melhor do que tudo! Ponham na pauta do dia uma discussão sobre quando será que alguém vai dar um freio prá essa doença terrível que rola solta por aí desde sempre ceifando milhões de vidas todos os dias.

Cobrem ações de cientistas e políticos para que todos tenham o privilégio, a vantagem de um diagnóstico imediato como Lula está tendo.

Pressionem os laboratórios para que invistam mais em pesquisas sobre o cânncer e menos em produtos para uso estético.

Ou seja, sejam pessoas melhores.

Boa sorte Luiz Inácio.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

1º Forum de Cidadania do Pqe S.Jorge e Tatuapé

Acabei de chegar do Fórum de Cidadania do Pqe S. Jorge e Tatuapé.

O Tema do primeiro encontro foi segurança.

Decidi participar, afinal, falamos tanto sobre o que deve ou não ser feito.... O negócio é participar para colaborar ou ter como cobrar ações do poder público e da própria comunidade.

Na abertura fomos brindados com a apresentação da banda da GCM que executou Aquarela do Brasil, How Deep is your love? e brilhantemente o Hino Nacional Brasileiro.
Adoro ouvir nosso hino bem executado....



Estavam presentes  representantes de várias entidades representativas do bairro e o Fórum foi apresentado pelo Presidente do CONSEG Pqe S.Jorge e por Fernando Félix da Ass. Amo Pqe S. Jorge.

Foram três os palestrantes:

Major Olímpio, deputado estadual que falou sobre o papel fundamental do município na questão de segurança embora a CF de 88 só dê à ele um poder supletivo sobre o assunto, já que é o Estado que tem a responsabilidade pública no assunto.

Falou sobre os projetos existentes para a melhoria dos salários das polícias civil e militar que hj inicia em R$545,00.

Segundo ele, o orçamento para São Paulo no próximo ano é de 11 bilhões de Reais.

Mais uma vez, foi citado o exemplo do Morumbi, que por movimentação dos moradores conseguiu uma redução da criminalidade da região. O problema é que, segundo o deputado, para isso, foram desviados cerca de 80 policiais para aquela área.

Citou a necessidade de aumentar o efetivo das polícias e também a comunicação entre as polícias que não interagem por pertencerem a esferas diferentes.

Falou da importância das redes sociais como instrumento de mobilização social.

Finalizando fez questão de acrescentar que nos 34 anos que tem de polícia, as melhoras foram muito grandes, mas ainda há muito o que fazer.

A segunda palestrante foi a Dra.Elisabete Sato, Delegada responsável pela 5ª seccional que administra diversas delegacias da região, entre elas uma Central de Flagrantes.

Orientou a platéia a respeito das novas divisões da polícia civil recentemente
modificadas com a criação das Centrais de Polícia Judiciária que funcionam 24 horas por dia.

Enalteceu a nova postura da polícia civil diante de uma nova gestão, focada no planejamento estratégico mas os números fornecidos assustam. Para uma população de 1.265.872 habitantes existem apenas 195 viaturas!

Em minha opinião a observação mais importante da delegada foi a de que a população ao não fazer registro de boletim de ocorrência, distorce os números que são usados pela secretaria de segurança em seus planejamentos de ação e nas estatísticas que definem sua atuação.

Esclareceu que vários delitos como furtos de veículos, perda e extravio de documentos ou desaparecimento de  pessoas , podem ser registrados eletronicamente pelo site www.policiacivil.sp.gov.br

O Terceiro  palestrante foi Eduardo Odloak, ex subprefeito da Mooca que falou sobre os efeitos da degradação do espaço público sobre o aumento nos índices de violência.

Para isso apresentou exemplos de ações executadas pela sub Mooca durante sua gestão, com certeza uma das fases mais conturbadas da região, onde predominava o abandono de áreas públicas e o comércio de mercadorias ilegais, especialmente na "feira do rolo" e no lendário Largo da Concórdia que então foi recuperado, reorganizado e devolvido à população. A redução do número de furtos naquela área depois da retirada das barracas e recuperação da praça foi de 40%, número realmente significativo.

Odloak finalizou afirmando que a melhor forma de garantir não só a segurança mas qualquer outra prestação de serviço público, é o incentivo à organização da sociedade civil  em espaços como o Fórum de hoje e organizações representativas de diversos setores.

Eu teria inúmeras considerações a fazer, mas o intuito hj foi só passar um pouco do que foi dito por lá e chamara a atenção de todos para a necessidade de continuarmos a promover encontros assim que esclarecem a população e permite  a ela manifestar-se.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Ser Criança







Ser criança sempre foi e sempre será muito bom.
Mas não adianta, sempre tenderemos a achar que no "nosso tempo" foi melhor.
Eu por exemplo, me lembro com saudades de coisas que as crianças de hoje nãopodem fazer como brincar na rua, visitar os amigos sem agendar antes, brincar de escolinha sem ser chamado de chato, ajudar a mãe nas tarefas domésticas ou na oficina do pai e até tomar um tapinha básico por alguma peraltice. Sim pq isso nos dava a certeza de que alguém estava realmente atento e mostrando o caminho...
Mas não, nãopense que estou justificando meus pais. Nunca levei um tapinha. E também não estou dizendo que as crianças gostavam, mas sabiam que ele indicava cuidado.
Também no meu tempo já havia a interferência de coisas estranhas à família. A TV já tinha lá suas influências, mas eram positivas, creiam!
Como? Como qdo por exemplo, iamos dormir assim que o comercial dizia" Já é hora de dormir, não espere mamae mandar um bom sonho prá vc e um alegre despertar" E isso às 21:00 !
Também havia influência positiva de novelas infantis, do Sítio do Pica Pau Amarelo (esse troço racista, sabe?) e até de seriados yankees como Papai Sabe Tudo ou os Waltons....
Hoje, ser criança implica em fazer análises complexas sobre os fatos. Quase sempre saber lidar com os aspectos da "nova família", com o politicamente correto, com os próprios direitos sem deveres.
E os deveres que existem são meio caminho para um futuro de extrema rivalidade para com o mundo, paara a competição desenfreada.
A programção da Tv, as brincadeiras e todo o resto estão menos infantis para os padrões antigos.
Mas, é o tempo deles e só nos resta respeitar, mas sem deixar de fazê-los saber que houve um tempo emque criança era sinnônimo de alegria e muit amor.
Feliz dia das crianças

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Bloqueio Criativo


Olá Pessoas!

Meus seguidores tem reclamado que meus blogs estão "parados".

É verdade, tenho escrito muito menos do que o habitual.

Mas calma! Isso acontece com muita gente, é o tal do "bloqueio criativo" um mal que afeta vários profissionais que dependem de ideias para trabalhar, como escritores, publicitários, designers e artistas em geral.

Eu não sou uma profissional! Sou apenas uma pessoa que achou nos blogs uma maneira de "falar com as paredes" diferente, de pensar alto, ou coisa assim.

E foi muito bom descobrir que muitos gostam de ler o que escrevo, comentam, opinam, embora o façam muito menos do que eu gostaria.

O tal bloqueio criativo uma hora passa, mas como fui acometida por ele, resolvi expor o fato para que, quem sabe, ele se "assuste" e vá embora!

Como não sou profissional, escrevo quando quero e 95% das vezes sem nenhum planejamento. Só escrevi com antecedência, a última série de posts do Paz e Tal. E não gostei. Não adianta, meus textos só ficam razoáveis quando escrevo de forma impulsiva. Também não reviso textos. Eles são publicados exatamente como surgem na minha cabeça e por isso flutuam entre estilos e assuntos diversos.

É a primeira vez que o bloqueio acontece, aí fiquei pensando nas causas do problema, relembrando casos do consultório.

O bloqueio pode surgir por muitos motivos e é diferente em várias situações.

Quando ele vem em sua atividade profissional, procure causas organizacionais, como pressão por resultados, um clima ruim, um chefe novo (que vc ainda não sabe como reagirá) e stress pré promoção ou diante de uma fase de corte de gastos por exemplo.

Nos artistas, embora os motivos possam ser bem concretos como pressa em entregar uma peça encomendada, uma exposição que ainda precisa de mais obras,  em geral são motivos pessoais, subjetivos, como "falta" de sensibilidade, uma fase pessoal complicada, um amor novo e perturbador, um desamor...

Gestores podem ser bloqueados até por mudanças no mercado mundial...

Não podemos deixar de lado, possíveis causas físicas como doenças diversas que minam o organismo e afetam, as funções cerebrais.

Depressões são grandes bloqueadores, uma espécie de fator 50 anti criatividade.

Euforia também. Às vezes estamos tão "ligados" que as ideias se perdem num mar de sensações intensas e confusas que tornam o processo criativo um caos de dispersão.

Alguns falam em falta de tempo. Não acredito nisso.

No meu caso, não é o tempo que determina se vou escrever ou não. As ideias muitas vezes surgem no meio do dia, durante uma reunião de trabalho ou conversas com amigos... e aí, TENHO QUE escrever, é como se as ideias quisessem sair de mim e voar para o papel ou para a tela do PC.

Ultimamente, ando enfastiada com as coisas absurdas que acontecem por aí em vários setores da realidade. O incômodo vem da programação da TV, passa pela educação no país, pela segurança, pelos cataclismas políticos ou econômicos mundiais sem falar nas coisas da natureza.

Tá tudo tão errado e todos parecem tão cegos e surdos que eu desanimo mesmo....

Situações pessoais também podem ter colaborado para a escassez de textos, e isso também é muito comum. São aquelas situações em que o medo toma conta de nós. Medo de uma auto exposição exagerada, de falar bobagens ou ainda o fato de estarmos mergulhados em sentimentos, pensamentos pessoais, dúvidas que nos absorvem tanto que param tudo, inclusive qualquer pensamento criativo.

Mas passa e quando menos esperamos já estamos por aí dividindo opiniões e dando palpite na vida alheia.

Aguardem

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Pacificação dos Morros Cariocas

Em plena véspera de 7 de Setembro, o Morro do Alemão volta a fazer barulho.

Na sequência das notícias pela net e dos plantões dos telejornais, vieram as reações nas redes sociais.

Críticas ao governo do Rio, ao Exército e à PM.

Lamento, mas o buraco é mais embaixo. Ou começa em outra localização: num planalto.

E não é só lá, e nem começou ali! Vem sendo cavado há décadas pelo descaso com a coisa pública, com os direitos do cidadão e com os deveres do Estado.

Não faz o menor sentido as pessoas dizerem que a política de polícia pacificadora não deu certo. A não ser que isso seja usado como tiroteio político eleitoreiro, arma vazia e também sem fundamento quanto à busca de soluções reais.

As UPPs são apenas 1 passo para a solução. E não é possível que acreditemos q a presença ostensiva de militares seja a saída. É remediação e como tal não pode se tornar eterna.

É preciso investimento pesadíssimo em "civilizar" o povo brasileiro. Dar educação, saúde, emprego, noções de cidadania e direitos sem esquecer de lhes apresentar os deveres. É preciso traduzir aos menos avisados seu papel como eleitores.

Indispensável políticas públicas de direito e saúde que orientem quanto ao planejamento familiar, para que muitos descartem o raciocínio de ter muitos filhos para receber mais bolsa isso ou aquilo, salário família e coisas no gênero. Para esta etapa precisamos de médicos, advogados e assistentes sociais bem capacitados.

Lentamente, alcançaríamos a meta de ter uma população pensante  e bem orientada que saberia distinguir medo de respeito.

Mas respeito pelo quê?

É preciso haver respeito pelo Estado que tomaria seu lugar de origem, aquele que organiza e sustenta uma nação.

Só quando a população tiver a certeza de que pode contar mais com o Estado do que com o traficante ou as milícias ela fará um movimento na direção inversa à de hoje.

A polícia do país tem problemas. Em todos os estados. Mas as UPPs tem feito o trabalho possível.

Cabe à nós, toda a população do país, fiscalizar e torcer à favor, independente de quem está no poder.

Cabe à nós também, levar ao poder gente honrada, ética e competente.

E tudo isso leva muito tempo.

Por enquanto, qual a solução além de apagar incêndios?

terça-feira, 6 de setembro de 2011

7 de Setembro

Vem ai o 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil.




Dia em que sempre tentamos demonstrar nosso amor pelo país, nosso orgulho pelo nosso povo e por nossa liberdade... É o dia da Pátria. Pátria, aquele lugar onde nascemos e onde somos cidadãos. Cidadãos, aqueles que tem direitos e cumprem deveres.

A maioria de nós é cumpridora de deveres sem a menor dúvida. E também sabemos o quanto são precários nossos direitos. No mínimo são difíceis de alacançar.

Mas amamos esta terra. É algo intrínseco. Temos orgulho de sermos uma nação que sempre tentou preservar a paz, acolher outros povos e culturas, etc etc.

No dia 7, além do espírito de comemoração, é preciso que fique implícito que pretendemos preservar a liberdade. E para isso, não podemos nos calar.

Sim pq no dia 7, também deveríamos mostrar orgulho por nossas instituições. E isso anda meio escasso.

Faz parte do conceito de liberdade no contexto deste dia, que o povo seja feliz. Mas não feliz apenas no carnaval ou no dia da final do campeonato de futebol. Feliz no dia a dia. Feliz por ter saúde, trabalho bem remunerado, educação e uma excelente representação política que além disso seja o mais homogênea possível.

Um povo orgulhoso de sua liberdade não cede a pressões externas nem faz alianças com quem não prima pela liberdade de outrem.

Um povo orgulhoso de sua pátria, defende com unhas e dentes seus governantes.

É possível ter esse tipo de atitude no Brasil de hoje?

Por esses dias muito se falou de que deveríamos "sair" da frente do computador e ir para as ruas protestar e fazer reinvindicações.

Não vou fazer isso. Hoje, podemos  demonstrar nossas opiniões para muitos de várias formas.

Precisamos sim, ficar atentos na frente ou não do computador, às promessas que vem sendo feitas.  Da crença divulgada de que a crise mundial não nos atingirá. A crise é muito maior do que vem sendo dito, e uma hora explode. Todos sofreremos.

O Brasil precisa manter sua independência. Para isso precisa de muitas coisas, em especial educação. Aquela educação que traz capacidade de raciocínio, de análise dos fatos, que não nos expões à influência da lábia alheia.

Precisa varrer de seu território meliantes oficiais, com mandatos  muitas vezes intermináveis e cuja influuência não vê desgastes.

Precisa esquecer ou reavaliar os preconceitos vindos do passado recente e passar a cobrar um investimento e um rspeito maiores em relaçao às Forças Armadas, que no limite do risco, será quem defenderá nossa liberdade.

Você ama o Brasil? Então, amanhã, tire um tempo prá pensar sobre o que você quer e o que você tem. Divida suas opiniões e comece a planejar seu futuro sem esquecer, que vc é parte de uma nação e que seu crescimento depende do desenvolvimento de seu país.

Viva o 7 de Setembro (ou será ressucite seu significado?)