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terça-feira, 6 de setembro de 2011

7 de Setembro

Vem ai o 7 de Setembro, Dia da Independência do Brasil.




Dia em que sempre tentamos demonstrar nosso amor pelo país, nosso orgulho pelo nosso povo e por nossa liberdade... É o dia da Pátria. Pátria, aquele lugar onde nascemos e onde somos cidadãos. Cidadãos, aqueles que tem direitos e cumprem deveres.

A maioria de nós é cumpridora de deveres sem a menor dúvida. E também sabemos o quanto são precários nossos direitos. No mínimo são difíceis de alacançar.

Mas amamos esta terra. É algo intrínseco. Temos orgulho de sermos uma nação que sempre tentou preservar a paz, acolher outros povos e culturas, etc etc.

No dia 7, além do espírito de comemoração, é preciso que fique implícito que pretendemos preservar a liberdade. E para isso, não podemos nos calar.

Sim pq no dia 7, também deveríamos mostrar orgulho por nossas instituições. E isso anda meio escasso.

Faz parte do conceito de liberdade no contexto deste dia, que o povo seja feliz. Mas não feliz apenas no carnaval ou no dia da final do campeonato de futebol. Feliz no dia a dia. Feliz por ter saúde, trabalho bem remunerado, educação e uma excelente representação política que além disso seja o mais homogênea possível.

Um povo orgulhoso de sua liberdade não cede a pressões externas nem faz alianças com quem não prima pela liberdade de outrem.

Um povo orgulhoso de sua pátria, defende com unhas e dentes seus governantes.

É possível ter esse tipo de atitude no Brasil de hoje?

Por esses dias muito se falou de que deveríamos "sair" da frente do computador e ir para as ruas protestar e fazer reinvindicações.

Não vou fazer isso. Hoje, podemos  demonstrar nossas opiniões para muitos de várias formas.

Precisamos sim, ficar atentos na frente ou não do computador, às promessas que vem sendo feitas.  Da crença divulgada de que a crise mundial não nos atingirá. A crise é muito maior do que vem sendo dito, e uma hora explode. Todos sofreremos.

O Brasil precisa manter sua independência. Para isso precisa de muitas coisas, em especial educação. Aquela educação que traz capacidade de raciocínio, de análise dos fatos, que não nos expões à influência da lábia alheia.

Precisa varrer de seu território meliantes oficiais, com mandatos  muitas vezes intermináveis e cuja influuência não vê desgastes.

Precisa esquecer ou reavaliar os preconceitos vindos do passado recente e passar a cobrar um investimento e um rspeito maiores em relaçao às Forças Armadas, que no limite do risco, será quem defenderá nossa liberdade.

Você ama o Brasil? Então, amanhã, tire um tempo prá pensar sobre o que você quer e o que você tem. Divida suas opiniões e comece a planejar seu futuro sem esquecer, que vc é parte de uma nação e que seu crescimento depende do desenvolvimento de seu país.

Viva o 7 de Setembro (ou será ressucite seu significado?)

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Greves e serviço público

Greves surgem como grama no mundo da administração pública brasileira.

De norte a sul do país, serviços considerados essenciais são suspensos.

O discurso dos governantes não muda, continuam alegando oferecer valorização. Então por que será que as greves acontecem?

Enquanto isso, a população reage como seria esperado de quem tem serviços essenciais suspensos: com revolta, indignação. Mesmo porque, alguns dos governantes que vem à mídia para falar a respeito foram eleitos por eles, então, supõe-se que haja uma relação de confiança.

Nenhum de nós, em sã consciência concorda com a suspensão de serviços essenciais, mas será que todos tem a ideia da importância de se observar com cuidado essa relação de custo benefício que está envolvida na situação?

Sim, acho que todos concordam que para a realização de trabalhos indispensáveis ao bom andamento da vida nas cidades é necessário que os trabalhadores que os executam estejam minimamente satisfeitos com as condições de trabalho e remuneração que lhes são oferecidas.

E eles não estão. Os salários são baixos, aumentos reais são substituídos por gratificações e incentivos temporários. A valorização profissional/pessoal, o bom clima organizacional, os planos de carreira existem, no papel.  A relação com a população é extremamente prejudicada pelas notícias de funcionários públicos corruptos ganhando milhões em falcatruas ou por herança genética país à fora, como se fossemos uma monarquia ou coisa assim.

Já que acreditam nas declarações de seus eleitos, a população deveria inteirar-se mais sobre o que é feito nas estruturas públicas em relação àqueles que como costumo dizer, "carregam o piano". Sim, porque uma cidade não se sustenta apenas com seus políticos, seus médicos, professores, procuradores.... Ela precisa imensamente de coveiros, escriturários, faxineiros e outros profissionais de nível básico ou médio e até universitários que são praticamente esquecidos num canto.

É tradição no Brasil classificar o funcionário público de preguiçoso, folgado. Isto é visto como certo por grande parte da população. Como também são classificados por muitos como corruptos.

Mas não é bem assim.

Gente folgada e preguiçosa existe em todo lugar. No serviço público isso até já foi mais constante. Porém, as novas gerações de servidores tem outra postura, já que tem outra visão do mundo especialmente do mundo público. Buscam aperfeiçoamento pessoal e profissional e isso reflete e muito em sua atuação.

Quanto aos corruptos, que claro, existem, gostaria muito que a população refletisse sobre um ponto básico: onde há corruptos é pq existem corruptores....

O ser humano é extremamente falho. Os valores da sociedade estão há anos em franca degradação. "Pequenos delitos" como ultrapassar a faixa de pedestres num dia de pressa, pagar uma caixinha para furar uma fila, oferecer pequenos mimos ao fiscal que faz uma visita de rotina esperando que em uma situação irregular ele não os puna, são atitudes que tomam grandes proporções em sua somatória e descambam para a falta de razão quando se cobra um comportamento ético. E assim, todos perdem a noção do certo ou errado, portanto perdem a crítica e a autoridade para cobrar.

A administração pública tem que colocar em prática os conceitos de gestão adotados pelas empresas vitoriosas, bem sucedidas. E tem que fazer isso já e de forma global. Não dá para oferecer um serviço classe A com salários ou ambiente de trabalho classe E, pautado não na meritocracia, mas no famoso QI (quem indica).

Ou a população pensa em colocar na pauta do dia a exigência de uma boa administração, acompanhando isso de perto ou vão passar o resto da vida reclamando da qualidade do serviço ou das paralisações.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Steve Jobs


E 24 de Agosto de 2011 entra para a história.

Para toda a história da humanidade, mas especialmente para a Administração, a tecnologia e a revolução das comunicações.

Hoje, o Conselho de Administração da Apple recebeu uma carta onde seu Presidente Executivo,, Steve Jobs pede demissão do cargo.

Jobs entra para a história antes de deixar suas atividades, já que na carta sugere o próprio nome para o cargo de chairman e indica Tim Cook como sucessor.

Na carta diz que lamenta que este dia tenha chegado mas que pretende ainda contribuir para o sucesso ainda maior da empresa que acredita ainda estar por vir.

A história da Apple da qual Jobs é  co fundador, é mais uma daquelas sagas inacreditáveis que só acontecem em países onde o empreendedorismo é valorizado e a burocracia minimizada.

Jobs nasceu na Califórnia em 24/02/55, de temperamento introspectivo, foi trabalhando na Hewllet Packard que conheceu o gênio da tecnologia Steve Woznic, com quem passou a desenvolver hardware e software em uma empresa montada (em 76) na garagem de casa, com o capital arrecadado da venda de  um microonibus de Jobs e uma calculadora financeira (HP, claro) de Woznic.

Três anos mais tarde a empresa havia crescido  700% graças aos contatos feitos, a confiança adquirida e a captação dos melhores funcionários de outras empresas.

Com as dificuldades criadas por inadequações na criação do Macintosh, Jobs foi perdendo terreno na Apple e desligou-se da empresa em 86.

Apesar da decepção,  como empreendedores não costumam ficar paralisados, Jobs criou uma nova companhia, de nome sugestivo: NextStep. O sucesso de seus produtos foi tanto que a Apple comprou a nova proposta e Jobs voltou ao topo de sua criação.

Diz-se que Jobs é um gestor dado a explosões de humor, é extremamente exigente e crítico, mas também é considerado um grande motivador e um excelente palestrante que tende a usar em suas falas mais a emoção do que a razão. Essas informações chegarão ao Brasil em Novembro com a publicação de sua biografia.

Em 2004 Jobs foi vitima de um tumor no pâncreas que debilitou sua saúde e o afastou algumas vezes dos negócios.

Ainda não se tem a certeza de que o afastamento é causado pelos problemas de saúde, apenas que Jobs alega não ter mais condições plenas de exercer a presidência e prefere estar em um cargo menos exigente para continuar a contribuir.

Criador de pérolas da tecnologia como o iPhone e o iPad, Jobs e a Apple recentemente conseguiram superar a Exxon, passando a ser a empresa mais capitalizada dos EUA.

Jobs é também o presidente dos estúdios de animação Pixar.

Só nos resta agradecer a Steve Jobs pelos avanços trazidos por suas criações na vida de todos nós, e torcermos para que ele ainda usufrua por muitos anos de seus sucessos.

Valeu Jobs!

Ainnda não tenho tanta certeza, mas parece q não deu. Que pena!

domingo, 21 de agosto de 2011

As Notícias me Cansam

As notícias me cansam

Chamo aqui de notícias, informações em geral que chegam pela mídia tradicional ou pelas redes sociais e blogs.

Venho me sentindo impaciente com os comentários pró ou contra seja lá o que for! Fico novamente com vontade de ir viver lá no alto do Himalaia sem acesso a nada e a ninguém, afinal, do que adianta toda essa briga, essa busca de holofotes que todos fazem?

É Dilma unida a FHC em SP em pactos contra a miséria, Dilma fazendo faxina e as pessoas interpretando isso como autopromoçao, a Zara sendo acusada de algo que muitos fazem e todos fingem não saber....

Bela droga!

Corrupção existe no Brasil desde o descobrimento e nunca deixou de existir.

Prá que isso aconteça, muitos mais deveriam usar vasssouras, mangueiras e melhor ainda caminhões pipa daqueles que lavavam as ruas antigamente.

 Agora, se cada um, fechar a boca  diante de corruptos e corruptores ou pensar que pequenos desvios de regra não se transformam em avalanches lá na frente, não adianta. E é isso que acontece. Nos calamos diariamente.

No quesito pirtaria tão falado nos últimos dias, acho absurdo a espetacularização da coisa, como se os fatos fossem recem descobertos e por isso causassem alarde.

A 25 de março, os shoppings da Paulista, a Daslu, a Zara, a feira da madrugada estão aí há muito tempo, e quase TODO MUNDO sabe como a coisa funciona.

 Nada fazem ou porque não querem ou porque são beneficiados. Ou ainda porque nossas Leis tenham meandros que desanimem ações efetivas.

Mas, mudar as leis também é responsabilidade de todos nós, mas preferimos nos ater a marchas (ou não) de defesa de minorias, de religiões e coisas assim.... Mobilização para mudanças importantes? Muito poucas e fracas.

Pobreza é outro troço sempre presente neste país. É mais evidente no Norte e Nordeste (pq será hein?) e menos no Sul e Sudeste. E também não vai desaparecer enquanto virmos a coisa como fatalidade. Não é! É fruto, de novo, de nosa inércia e falta de fiscalização das regras regentes de nossas vidas. Do voto vendido, da displiscencia com a educação, da perda de rumo que a alguém deve interessar.

Ficar prestando atenção nas brigas partidárias, nas acusações mútuas não nos traz muita coisa e não muda absolutamente nada. Corrupção existe nas pessoas e por causa delas. Se elas estão ligadas a partidos ou não é mero detalhe.

As notícias me cansam mesmo!

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Escravidão Contemporânea

Olá Pessoas,

Pois é, tanto lemos, escrevemos e discutimos sobre o consumo de luxo que vem tomando a classe C e sempre fizeram parte das A e B.

São infinidades de matérias mostrando a futilidade e principalmente a imbecilidade de pessoas que valorizam mais o ter do que o ser.

Isto não é novidade e nem posso afirmar que se fosse uma pessoa abastada não consumiria produtos caros  alem da medida. Mesmo porque esperamos que esses produtos tenham muita qualidade e envolvam em sua produção processos e pessoas muito bem remunerados devido à sua especialização e qualificações.

Mas ainda acredito que mesmo quando ficar milionária (daqui a uma 12 vidas), ainda vou ter o bom senso de escolher com base no custo benefício.

Vamos nos ater a um item de consumo: roupas.

Ah... quem não gosta de uma roupa connfeccionada com um bom tecido, de design diferenciado, corte e acabamento perfeitos? Todos nós, não é? E hoje isso não é mais privilégio das marcas de alta costura. Os magazines brasileiros tem peças diferenciadas, muitas vezes assinadas por grandes nomes da moda e de caimento se não tão bom quanto aos das grandes marcas, bem próximos disso e que satisfazem.

Até aí, tudo bem.

Só não me conformo com aquelas pessoas que medem as outras, escolhem os que convivem pela marca das roupas que usam...

E aí, mais uma vez, vem a imprensa derrubar os muros dessa farsa, da ignorância de nossa humanidade, da falta de noção de valores reais.

Ontem, 16 de Agosto, na TV Bandeirantes, o programa semanal A Liga abordou a questão do trabalho escravo em várias áreas produtivas.

Estou citando aqui apenas as confecções de roupa, mas os vídeos do programa estão disponíveis na net:

http://bit.ly/q4eC6T

Vale a pena assistir.

O programa tomou conhecimento da existência de 33 confecções irregulares que fabricam as peças vendidas pelas lojas Zara, marca que tem a preferência de muitos, especialmente jovens que desfilam seus produtos (excelentes por sinal) orgulhosos pela aquisição de peças que são vendidos por preços astronômicos, portanto, dão "status". A evidente inversão de valores de que sofre nossa sociedade. 

Infelizmente, a Zara não é excessão, muitas marcas caras e famosas lançam mão desse expediente ao redor do mundo.

Alguem tem que fazer algo. Por todos os prejudicados por essa situação. Os empregados das confecções, tratados como escravos, sem direitos e com remuneração insuficiente para a subsistência, jornadas de trabalho de 14 horas em locais insalubres. Os proprietários das tais empresas pelos seus atos irregulares, até criminosos. As marcas que as usam pelo dolo ao consumidor. Algo pelo direito de criação dos que desenham as peças e os que cortam e montam as "peças piloto" e por nós, consumidores os grandes babacas da história.

De quem é a responsabiliidade?

De todos nós. Nossa que precisamos rever nossas posições diante da vida, dos valores. Dos orgãos reguladores e fiscalizadores que não podem tratar a situação sem dar à ela a gravidade que traduzem.

Tenho até uma sugestão aos governantes: "estourem" essas confecções, criem fábricas regularizadas onde os profissionais que ganham hj centavos por peça montada possam trabalhar sendo remunerados de forma justa, afinal, eles provam diariamente que são excelentes profissionais!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Morte Virtual

Em 2009, tive a experiência de me afastar das redes sociais por motivos de saúde por meros 5 dias, e me surpreendi com minha "morte digital".
Nesse curto período, mesmo aqueles com que eu interagia diariamente, simplesmente não notaram minha ausência.
Fiquei muito brava, já que para mim, algumas das relações criadas virtualmente tem a mesma importância daquelas criadas na dita "vida real".
Esperneei pela rede e ouvi todo tipo de explicação: notei mas imaginei que estivesse viajando, ocupada, querendo isolamento, etc, etc....
Mas foi bom, passei a observar aquilo que nomeei como morte virtual.
O tema renderia quilômetros de textos sócio/psicoanalíticos e com certeza os primeiros Km já estão rodados por aí.
Alguns amigos queridos morreram virtualmente e garanto que isso traz muita tristeza, uma sensação de perda muito próxima a da morte física. Só mudam um pouco os questionamentos. Passam de como para por quê, embora o por quê esteja presente na morte real, lá ele costuma adotar uma resposta padrão dependendo da crença de cada um e que variam entre crença na vontade de Deus até a obviedade da finitude humana.
 Na morte virtual é diferente. Você fica com uma situação de impotência. Não há uma fatalidade, nada que você não pudesse tentar impedir. Mas não pode, afinal, o livre arbítrio está aí para ser usado e as pessoas usam.
Recentemente um amigo muito querido nos deixou virtualmente (ao menos nas redes). Tentei (e outros também) fazê-lo mudar de ideia, mas não funcionou, ao menos por enquanto. E essa é outra característica da morte virtual, ela pode ser temporária. Ninguém garante que o "morto" não resolva em algum tempo, ressuscitar.
Há também os que "morrem" parcialmente. Para eles, a tal morte é um hiato de tempo, uma auto preservação, uma escolha de ambiente que lhes permite voltas esporádicas, para uma visitinha. Como alguém que vai morar longe e vem nos ver vez ou outra. Tudo bem, é o livre arbítrio também, embora para quem "fica" e sente falta a frustração é grande.
Outros, morrem para renascerem em outro corpo, em outro espírito. Uma questão de renovação, de novos caminhos. Isso pode trazer estranheza e confusões para os que mantém a identidade de sempre, mas tendemos a nos acostumarmos com quase tudo, portanto, um dia passa e tudo volta ao normal ou ainda toma novos rumos para todos, já que nas redes, você acompanha quem quer e abandonar "personalidades" insatisfatórias ou desinteressantes é um recurso ao toque de um dedo.
De qualquer forma, como sempre digo, somos só pessoas, no mundo real e no virtual. E como tal, vivemos os conflitos entre Eros e Tanatus.
E bancar a Fênix sempre pode render melhores horizontes.
Portanto, se a morte é virtual, morra à vontade.
Mas considere as possibilidades de renascimento, isso é um privilégio que a humanidade busca desde sempre.
E sejam sempre benvindos! 

domingo, 7 de agosto de 2011

Não sei

Não sei se é cansaço, desânimo ou preocupação pelo que vem por aí.
Só sei que estou estranha. Mais estranha do que eu mesma imaginava ser. E olha que sou muito....
Nessas horas é bom acreditar em influência de astros santos e orixás e esquecer de Freuds e Lacans.
Eles as vezes se tornam muito inconvenientes.
Mas é isso que dá querer o que não se consegue ter.
Isso é que dá morgar por 30 anos em um lugar que vc sabe que não dá nada a ninguém, mais que isso, tira tudo o que puder.
Mas agora é tarde. O jeito é levar até o fim. O fim está relativamente próximo.
Vcs estão estranhando?
Deem um desconto! Eu também fico de bode.
E quem não fica?
O mundo tá totalmente no sense.
Nada muda positivamente.
O dinheiro nunca chega ao fim do mês.
O corpo desgastado.
A mente em greve.
O coração atrapalhado.
E as coisas de escorpião... (não tô dizendo?)
Nunca deixe  um escorpiano sem saber o que pensas dele! Enlouquecem! Gostam de transparência. Nos outros claro, já que nós dificilmente abrimos as páginas (reais) de nossas vidas.
Isso só é autorizado para muito poucos ao longo de nossas vidas.
O pior é quando vc abre e a pessoa não diz o que pensa. Sacanagem pura...
Tudo bem que elas se assustam Somos muito intensos e guardamos tantas coisas que as que resolvemos ofertar saem como bombas de canhão avassaladoras. Praticamente uma bomba de Napalm...
Mas não tenham medo.
Sentimos, dizemos ou demonstramos, sofremos por sentir e saber que não é viável. Mas quanto maior o sentimento, maior a capacidade de ativar o freio, de manter-se em si mesmo, de não invadir...
Damos um chiliques pq ninguem é e ferro... mas passa...
Aí, por mais um longo tempo mergulhamos em nós mesmos novamente.
Esperamos a alquimia se completar. Permitimos a transformação dos sentimentos. Mas fazemos de tudo prá continuar por perto, como se precisássemos acumular aqueles poucos a quem permitimos estar em nossas almas.
Os outros, ignoramos, acreditem, por completo! 
O máximo de satisfação que damos, se não nos interessa é: Não sei.