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domingo, 19 de março de 2017

Um milagre para 2018





2018 vai chegar, não tem jeito!

Lembrem-se que somos obrigados a votar.

Mas o que vamos fazer? 

Teremos que escolher Presidente, Governadores, Senadores, Deputados Federais e Estaduais.

Mas quem?

Não existem nomes 100% isentos no que diz respeito aos círculos a que pertencem. Todos estão ligados a alguém desses que estão aí.

Como fazer surgirem novas lideranças?

E de que tipo de liderança precisamos?

A única certeza que podemos ter é de que tudo neste país precisa mudar.

Discursos vazios e sem soluções não nos servem mais.

Ficamos para trás de todo o mundo razoável.

É um ponto decisório . Ou descemos ao nível dos países mais subdesenvolvidos do planeta ou voltamos a engatinhar na direção do crescimento, do equilíbrio e da cidadania.

Precisamos de um milagre para 2018.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Retrospectiva 2016 do Amália

Fazer uma retrospectiva de 2016 (como fiz em outros anos) seria uma tarefa para muitos dias e várias páginas.

Se for para apenas resumir eu diria que foi mais ou menos assim:

COMEÇOU!!!!!

F*!*!

ACABOU....


É ou não é?
A coisa foi tão doida que a gente nem lembra mais que tivemos jogos olímpicos, quem está preso e quem está solto, quem manda nessa bagaça e nem ao menos tem certeza se ordens judiciais devem ou não serem cumpridas.

Perdemos ídolos de todas as áreas, muitas vezes às dúzias, foi triste demais.

Morreram até os imorríveis além de imortais.
  
O rock/blues foi parar no Nobel.

A ciência no Brasil travou em muitas áreas porque nosso dinheiro está em algum lugar desconhecido menos na mão de pesquisadores.

Nada avançou além de uma imensa cara de pau, de um imenso desrespeito a nós os trouxas comedores de mortadela, coxinha ou caviar.



Aliás, comedores de caviar andam em alta por aqui e por ali...



Houve coisas boas é claro. Nas nossas vidas pessoais e na dos países.

Mas a insegurança é inevitavelmente mais forte.

Também esqueçam a educação.

Solidariedade só na Colômbia.

Assassinato de embaixador ao vivo e a cores.

Crianças narrando sua tragédia pessoal em redes sociais.

Golpes dentro de partidos políticos.

Trabalho (de quem não sabe o que é isso) na calada da noite para aproveitar comoção nacional em prol dos próprios rabos.



E nós assistindo.

Atentados terroristas nem dão audiência de tão comuns que se tornaram

Sofri como todos pelos meninos de Chapecó.

Aplaudi as manifestações mundo afora, as doações (até de títulos) e tudo o mais como o resto do rebanho.

Mas uma pergunta não quer calar: Por quê diabos não fazemos o mesmo estardalhaço em favor do povo Sírio e de outros massacrados de todas as formas?

Bom, não sou nada nem ninguém em condições de mudar o mundo.

Dizem que pensar no passado traz depressão e no futuro ansiedade.

2016 é esquizóide, bipolar. Ele dá as duas coisas. Então esquece e tenta trabalhar.

Tente ganhar o mundo

Mundo esse que está em uma transformação radicalmente inversa daquela sonhada nos anos 60.

É que enquanto muitos sonhavam com paz e amor, cobras eram criadas de polo a polo e elas tomaram o poder.

O ex país do futuro (que nunca chegou) pode esperar aí no mínimo uns três anos para voltar a engatinhar. 

E talvez uma ou duas gerações para pensar em andar.

Isso se lá no Norte do continente alguém corte o topete dos que estão colocando o planeta em sério risco de uma nova guerra mundial. 

Ou seja, terminamos o ano com um enorme ponto de interrogação estampado na testa.

De qualquer forma, desejo a todos vocês um Feliz Natal e um 2017 ... sei lá. Possível, bom, superável.

Abraços!

Ah! Certifique-se de que o barulho que vai ouvir à meia noite do dia 31 é de fogos, tá?



sábado, 3 de dezembro de 2016

Olha Chapecó...





Olha Chapecó, os meninos e o restante da delegação voltaram para casa.

Não do jeito que todos queríamos, mas da forma mais triste e dolorida que pode haver.

Nosso abraço aos amigos, familiares e torcedores.

Porém, eles são mais do que campeões.

 Não só pelo que fizeram na vida como jogadores ou como gestores de um time exemplar.

Eles voltam causando comoção mundial, levando ao choro incontrolável chefes de estado e repórteres habituados a todo tipo de tragédia.

 Ou seja, devolvendo às pessoas um pouco de humanidade.

Há muito tempo eu não via tanta gente unida, de verdade, em torno de um único sentimento.

Será que estão cumprindo uma missão?

Sei lá, eu os preferia cantando e dançando no vestiário, queria vê-los dando a volta olímpica e desfilando por Chapecó em carros de bombeiros aos pulos e abraços...

Mas isso seria lembrado apenas pela cidade.

O que estamos assistindo hoje será lembrado pelo mundo, fará muita gente refletir sobre coisas essenciais.

Precisamos lembrar do papel agregador que o esporte deveria ter e que anda tão deturpado especialmente no futebol.  

Vamos pensar a respeito da solidariedade do apoio mútuo, da união e do carinho entre os povos.

Temos que olhar e refletir muito sobre o respeito demonstrado pela Colômbia com aquela homenagem inigualável.

É tudo muito triste, muito perturbador.

Nos dá a mísera dimensão da vida que ao seu bel prazer interrompe sonhos quando bem entende.

Mas ainda temos que vibrar e muito pelos sobreviventes. Dar a eles todo o carinho que pudermos.

E continuaremos a torcer para que o Chapecoense seja reerguido em tempo recorde para a alegria de todos nós e em memória desses garotos.

Dependendo da nossa torcida Chapecó, vocês vão conseguir!

#ForçaChape

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Educação: Luz no Fim do Túnel




Quem me acompanha sabe que estou sempre em busca de uma luz no fim do túnel para a educação brasileira. E sabem também que tenho me deparado com o farol do trem....

Hoje, vi a notícia de que na próxima semana, será inaugurado o Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais     -   FGV/EBRAPE, capitaneado por Cláudia Costin,  diretora global de Educação do Banco Mundial.

Apenas essa referência já seria suficiente para me deixar mais esperançosa.

Mas tem mais, acompanho o trabalho de Cláudia há pelo menos 9 anos.

Entre ouras coisas, me chamou atenção sua habilidade em manter comunicação direta com seus colaboradores via redes sociais ( o Twitter em especial) , cheguei a usar sua atuação como referência algumas vezes em um evento sobre redes sociais no Rio Grande do Sul em 2011, o Twitter Mix.

Isso pode parecer irrelevante para muita gente, mas para mim faz toda a diferença, representa a capacidade de adotar a comunicação digital de maneira ampla, o que por incrível que pareça ainda é visto com desconfiança por muita gente.

Acredito que essa nova   atuação educacional proporcionada pelo Centro de Excelência e Inovação pode nos trazer um rumo educacional que nos é caro e urgente.

O Brasil não pode continuar a figurar entre os últimos colocados nos indicadores de qualidade na educação e embora o trabalho seja grande, se realizado por quem teve a oportunidade de conhecer sistemas educacionais do mundo todo tem grandes chances de funcionar.

Precisamos investir em formação continuada para professores, mas mais importante que isso será empreender esforços para uma mudança cultural de grande porte, uma adaptação aos novos tempos, ao novo papel do professor e às novas características de nossos estudantes.

Transformar a escola em palco de aprendizado para todos os atores, considerando nossas características e necessidades regionais é imprescindível.

Levar a todos os professores a compreensão das novas ferramentas de ensino oferecidas pelos recursos digitais é necessário. Mas mesmo onde não houver recursos imediatos para o investimento em novas tecnologias será preciso dar aos professores instrumentos para dissecar o novo modo de agir e raciocinar das novas gerações que mesmo nos locais mais longínquos do país hoje tem muito mais acesso à informação.

Tomara que seja possível desvincular a situação econômica/cultural da família do desempenho do aluno.

Vamos torcer para que sejamos capazes de estimular a motivação para aprender continuamente, desenvolvermos competências  e propiciar a habilidade do trabalho em grupo. 

Investir em aprendizado colaborativo, interação entre disciplinas e especialmente no aprender com o aluno, nos dará um caminho muito fértil.

Precisamos ainda olhar o  mundo, rever as profissões e investir  naquelas que serão importantes no futuro e principalmente desenvolvermos as características necessárias para exercê-las. (ver Davos - O Futuro do Trabalho http://coachwinner.blogspot.com.br/2016/01/davos-o-futuro-do-trabalho.html  )

Os resultados desses esforços não serão imediatos mas tornarão possível que finalmente haja luz no fim do túnel e que ela não venha do trem...

Boa sorte a nós e a todos os envolvidos!   

terça-feira, 22 de novembro de 2016

A Nova Era. Ou, não era bem isso que a gente esperava.






Que o Brasil afundou vítima de mais de 12 anos de maquiagem de dados econômicos todos já sabemos.

Mas nem o mais delirante dos homens conseguiria prever a situação em que se encontram os Estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul!

A turma da Nova Era deve achar alguma conexão nisso, talvez o nome em comum, sei lá....

Mas esperávamos mergulhar em um plácido aquário de paz, harmonia e solidariedade. Muita paz, muito amor, governantes totalmente Zen, imbuídos na busca do bem comum.

Jamais imaginaríamos que o séc. XXI nos trouxesse a tal da nova era que não era a que esperávamos.

E ela tem um nome forte, a Era Trump!

Sim, se as promessas de campanha forem cumpridas, poderemos chamar de Era, período histórico ímpar. Não novo mas totalmente impensado.

Mas cá entre nós, Eu tenho fé que como qualquer outro político ele tenha dito tudo aquilo como parte de uma “mise en scene” necessária para atrair os desesperados da queda vertiginosa do império do norte.

Se a outra parte vencesse teríamos uma continuidade de projetos que provavelmente fariam voltar à tona alguns dos grandes motivos de orgulho dos nosso vizinhos lá de cima. Mas a decadência ainda demoraria algum tempo para ser driblada totalmente.

Mas se Trump esteve falando sério, as coisas por lá podem melhorar, mas às custas de um quase fim do mundo.

A nosso favor temos a solidez do sistema de governo deles que não permite ações ditatoriais nem ao presidente. Temos também grande parte da população inconformada com os resultados.

Contra nós temos o poder que é dado ao dirigente de uma nação tão voltada a si mesma que com meia dúzia de ordens e um mero botão pode acionar a total falência do que se esperava da Era de Aquárius.

Pobre ingenuidade a nossa.... a água vai pelo ralo




sábado, 5 de novembro de 2016

Educação igual para todos - Quando?





Em 2015, lancei um pequeno guia sobre Educação na Era Digital aqui:  http://www.learncafe.com/cursos/educacao-na-era-digital

E minhas sensações são confusas quando me deparo com uma matéria de Veja falando sobre duas grandes novas escolas que se instalam agora com um projeto educacional de ponta que vão trabalhar nos moldes de que falei no e book.

De um lado fico muito feliz em saber que as tais escolas chegam sob a batuta de grandes conhecedores da causa, por outro, me chateia ver o ar de desconfiança da matéria, como se a coisa fosse mais um experimento inútil.

Não é.

Mais feliz ainda é o fato de saber que Pernambuco já trilha esse caminho.

Me pergunto o que falta em estados como São Paulo para que o mesmo sistema de ensino seja implantado, ainda que a princípio façam isso em parte das escolas até atingirem um nível adequado para a expansão?

O e book que lancei em 2015 foi fruto de palestras que ministrei sobre o assunto. Nelas, já me espantei com um fato que realmente não esperava: 98% dos participantes eram professores de escolas particulares, embora o evento tenha sido mais divulgado em escolas públicas!

Definitivamente, para que o mesmo caminho seja trilhado pela educação pública, precisamos apenas treinar professores e construir uma mudança cultural que se faz urgente na educação.

Tudo bem, mudanças culturais não acontecem da noite para o dia, mas neste caso é preciso arrumar meios para que ela seja acelerada.

Estamos, de novo, perdendo o trem da história... 

E não é justo que apenas aqueles que podem pagar mensalidades na faixa dos 4 mil reais possam ter acesso a um sistema que de sofisticado não tem nada. 

Se continuarmos a deixar na mão da classe A o acesso à educação do jeito que ela precisa ser hoje, JAMAIS mudaremos as coisas, as diferenças de classe só vão crescer.

E enquanto isso nossos alunos continuarão a ocupar escolas protestando contra medidas inevitáveis, de fundamento totalmente econômico que lhes é desconhecido e por outro lado são fruto da nossa incompetência como eleitores e nossa falta de atenção enquanto cidadãos.

Que as novas escolas sejam bem vindas.

Que Pernambuco tenha muito sucesso.

E que o resto do país acorde! 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Comunicação on line

http://coachwinner.blogspot.com.br/2016/09/faca-me-o-favor-comunicacao-on-line.html