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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

Retrospectiva 2016 do Amália

Fazer uma retrospectiva de 2016 (como fiz em outros anos) seria uma tarefa para muitos dias e várias páginas.

Se for para apenas resumir eu diria que foi mais ou menos assim:

COMEÇOU!!!!!

F*!*!

ACABOU....


É ou não é?
A coisa foi tão doida que a gente nem lembra mais que tivemos jogos olímpicos, quem está preso e quem está solto, quem manda nessa bagaça e nem ao menos tem certeza se ordens judiciais devem ou não serem cumpridas.

Perdemos ídolos de todas as áreas, muitas vezes às dúzias, foi triste demais.

Morreram até os imorríveis além de imortais.
  
O rock/blues foi parar no Nobel.

A ciência no Brasil travou em muitas áreas porque nosso dinheiro está em algum lugar desconhecido menos na mão de pesquisadores.

Nada avançou além de uma imensa cara de pau, de um imenso desrespeito a nós os trouxas comedores de mortadela, coxinha ou caviar.



Aliás, comedores de caviar andam em alta por aqui e por ali...



Houve coisas boas é claro. Nas nossas vidas pessoais e na dos países.

Mas a insegurança é inevitavelmente mais forte.

Também esqueçam a educação.

Solidariedade só na Colômbia.

Assassinato de embaixador ao vivo e a cores.

Crianças narrando sua tragédia pessoal em redes sociais.

Golpes dentro de partidos políticos.

Trabalho (de quem não sabe o que é isso) na calada da noite para aproveitar comoção nacional em prol dos próprios rabos.



E nós assistindo.

Atentados terroristas nem dão audiência de tão comuns que se tornaram

Sofri como todos pelos meninos de Chapecó.

Aplaudi as manifestações mundo afora, as doações (até de títulos) e tudo o mais como o resto do rebanho.

Mas uma pergunta não quer calar: Por quê diabos não fazemos o mesmo estardalhaço em favor do povo Sírio e de outros massacrados de todas as formas?

Bom, não sou nada nem ninguém em condições de mudar o mundo.

Dizem que pensar no passado traz depressão e no futuro ansiedade.

2016 é esquizóide, bipolar. Ele dá as duas coisas. Então esquece e tenta trabalhar.

Tente ganhar o mundo

Mundo esse que está em uma transformação radicalmente inversa daquela sonhada nos anos 60.

É que enquanto muitos sonhavam com paz e amor, cobras eram criadas de polo a polo e elas tomaram o poder.

O ex país do futuro (que nunca chegou) pode esperar aí no mínimo uns três anos para voltar a engatinhar. 

E talvez uma ou duas gerações para pensar em andar.

Isso se lá no Norte do continente alguém corte o topete dos que estão colocando o planeta em sério risco de uma nova guerra mundial. 

Ou seja, terminamos o ano com um enorme ponto de interrogação estampado na testa.

De qualquer forma, desejo a todos vocês um Feliz Natal e um 2017 ... sei lá. Possível, bom, superável.

Abraços!

Ah! Certifique-se de que o barulho que vai ouvir à meia noite do dia 31 é de fogos, tá?



sábado, 3 de dezembro de 2016

Olha Chapecó...





Olha Chapecó, os meninos e o restante da delegação voltaram para casa.

Não do jeito que todos queríamos, mas da forma mais triste e dolorida que pode haver.

Nosso abraço aos amigos, familiares e torcedores.

Porém, eles são mais do que campeões.

 Não só pelo que fizeram na vida como jogadores ou como gestores de um time exemplar.

Eles voltam causando comoção mundial, levando ao choro incontrolável chefes de estado e repórteres habituados a todo tipo de tragédia.

 Ou seja, devolvendo às pessoas um pouco de humanidade.

Há muito tempo eu não via tanta gente unida, de verdade, em torno de um único sentimento.

Será que estão cumprindo uma missão?

Sei lá, eu os preferia cantando e dançando no vestiário, queria vê-los dando a volta olímpica e desfilando por Chapecó em carros de bombeiros aos pulos e abraços...

Mas isso seria lembrado apenas pela cidade.

O que estamos assistindo hoje será lembrado pelo mundo, fará muita gente refletir sobre coisas essenciais.

Precisamos lembrar do papel agregador que o esporte deveria ter e que anda tão deturpado especialmente no futebol.  

Vamos pensar a respeito da solidariedade do apoio mútuo, da união e do carinho entre os povos.

Temos que olhar e refletir muito sobre o respeito demonstrado pela Colômbia com aquela homenagem inigualável.

É tudo muito triste, muito perturbador.

Nos dá a mísera dimensão da vida que ao seu bel prazer interrompe sonhos quando bem entende.

Mas ainda temos que vibrar e muito pelos sobreviventes. Dar a eles todo o carinho que pudermos.

E continuaremos a torcer para que o Chapecoense seja reerguido em tempo recorde para a alegria de todos nós e em memória desses garotos.

Dependendo da nossa torcida Chapecó, vocês vão conseguir!

#ForçaChape

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Educação: Luz no Fim do Túnel




Quem me acompanha sabe que estou sempre em busca de uma luz no fim do túnel para a educação brasileira. E sabem também que tenho me deparado com o farol do trem....

Hoje, vi a notícia de que na próxima semana, será inaugurado o Centro de Excelência e Inovação em Políticas Educacionais     -   FGV/EBRAPE, capitaneado por Cláudia Costin,  diretora global de Educação do Banco Mundial.

Apenas essa referência já seria suficiente para me deixar mais esperançosa.

Mas tem mais, acompanho o trabalho de Cláudia há pelo menos 9 anos.

Entre ouras coisas, me chamou atenção sua habilidade em manter comunicação direta com seus colaboradores via redes sociais ( o Twitter em especial) , cheguei a usar sua atuação como referência algumas vezes em um evento sobre redes sociais no Rio Grande do Sul em 2011, o Twitter Mix.

Isso pode parecer irrelevante para muita gente, mas para mim faz toda a diferença, representa a capacidade de adotar a comunicação digital de maneira ampla, o que por incrível que pareça ainda é visto com desconfiança por muita gente.

Acredito que essa nova   atuação educacional proporcionada pelo Centro de Excelência e Inovação pode nos trazer um rumo educacional que nos é caro e urgente.

O Brasil não pode continuar a figurar entre os últimos colocados nos indicadores de qualidade na educação e embora o trabalho seja grande, se realizado por quem teve a oportunidade de conhecer sistemas educacionais do mundo todo tem grandes chances de funcionar.

Precisamos investir em formação continuada para professores, mas mais importante que isso será empreender esforços para uma mudança cultural de grande porte, uma adaptação aos novos tempos, ao novo papel do professor e às novas características de nossos estudantes.

Transformar a escola em palco de aprendizado para todos os atores, considerando nossas características e necessidades regionais é imprescindível.

Levar a todos os professores a compreensão das novas ferramentas de ensino oferecidas pelos recursos digitais é necessário. Mas mesmo onde não houver recursos imediatos para o investimento em novas tecnologias será preciso dar aos professores instrumentos para dissecar o novo modo de agir e raciocinar das novas gerações que mesmo nos locais mais longínquos do país hoje tem muito mais acesso à informação.

Tomara que seja possível desvincular a situação econômica/cultural da família do desempenho do aluno.

Vamos torcer para que sejamos capazes de estimular a motivação para aprender continuamente, desenvolvermos competências  e propiciar a habilidade do trabalho em grupo. 

Investir em aprendizado colaborativo, interação entre disciplinas e especialmente no aprender com o aluno, nos dará um caminho muito fértil.

Precisamos ainda olhar o  mundo, rever as profissões e investir  naquelas que serão importantes no futuro e principalmente desenvolvermos as características necessárias para exercê-las. (ver Davos - O Futuro do Trabalho http://coachwinner.blogspot.com.br/2016/01/davos-o-futuro-do-trabalho.html  )

Os resultados desses esforços não serão imediatos mas tornarão possível que finalmente haja luz no fim do túnel e que ela não venha do trem...

Boa sorte a nós e a todos os envolvidos!   

terça-feira, 22 de novembro de 2016

A Nova Era. Ou, não era bem isso que a gente esperava.






Que o Brasil afundou vítima de mais de 12 anos de maquiagem de dados econômicos todos já sabemos.

Mas nem o mais delirante dos homens conseguiria prever a situação em que se encontram os Estados do Rio de Janeiro e do Rio Grande do Sul!

A turma da Nova Era deve achar alguma conexão nisso, talvez o nome em comum, sei lá....

Mas esperávamos mergulhar em um plácido aquário de paz, harmonia e solidariedade. Muita paz, muito amor, governantes totalmente Zen, imbuídos na busca do bem comum.

Jamais imaginaríamos que o séc. XXI nos trouxesse a tal da nova era que não era a que esperávamos.

E ela tem um nome forte, a Era Trump!

Sim, se as promessas de campanha forem cumpridas, poderemos chamar de Era, período histórico ímpar. Não novo mas totalmente impensado.

Mas cá entre nós, Eu tenho fé que como qualquer outro político ele tenha dito tudo aquilo como parte de uma “mise en scene” necessária para atrair os desesperados da queda vertiginosa do império do norte.

Se a outra parte vencesse teríamos uma continuidade de projetos que provavelmente fariam voltar à tona alguns dos grandes motivos de orgulho dos nosso vizinhos lá de cima. Mas a decadência ainda demoraria algum tempo para ser driblada totalmente.

Mas se Trump esteve falando sério, as coisas por lá podem melhorar, mas às custas de um quase fim do mundo.

A nosso favor temos a solidez do sistema de governo deles que não permite ações ditatoriais nem ao presidente. Temos também grande parte da população inconformada com os resultados.

Contra nós temos o poder que é dado ao dirigente de uma nação tão voltada a si mesma que com meia dúzia de ordens e um mero botão pode acionar a total falência do que se esperava da Era de Aquárius.

Pobre ingenuidade a nossa.... a água vai pelo ralo




sábado, 5 de novembro de 2016

Educação igual para todos - Quando?





Em 2015, lancei um pequeno guia sobre Educação na Era Digital aqui:  http://www.learncafe.com/cursos/educacao-na-era-digital

E minhas sensações são confusas quando me deparo com uma matéria de Veja falando sobre duas grandes novas escolas que se instalam agora com um projeto educacional de ponta que vão trabalhar nos moldes de que falei no e book.

De um lado fico muito feliz em saber que as tais escolas chegam sob a batuta de grandes conhecedores da causa, por outro, me chateia ver o ar de desconfiança da matéria, como se a coisa fosse mais um experimento inútil.

Não é.

Mais feliz ainda é o fato de saber que Pernambuco já trilha esse caminho.

Me pergunto o que falta em estados como São Paulo para que o mesmo sistema de ensino seja implantado, ainda que a princípio façam isso em parte das escolas até atingirem um nível adequado para a expansão?

O e book que lancei em 2015 foi fruto de palestras que ministrei sobre o assunto. Nelas, já me espantei com um fato que realmente não esperava: 98% dos participantes eram professores de escolas particulares, embora o evento tenha sido mais divulgado em escolas públicas!

Definitivamente, para que o mesmo caminho seja trilhado pela educação pública, precisamos apenas treinar professores e construir uma mudança cultural que se faz urgente na educação.

Tudo bem, mudanças culturais não acontecem da noite para o dia, mas neste caso é preciso arrumar meios para que ela seja acelerada.

Estamos, de novo, perdendo o trem da história... 

E não é justo que apenas aqueles que podem pagar mensalidades na faixa dos 4 mil reais possam ter acesso a um sistema que de sofisticado não tem nada. 

Se continuarmos a deixar na mão da classe A o acesso à educação do jeito que ela precisa ser hoje, JAMAIS mudaremos as coisas, as diferenças de classe só vão crescer.

E enquanto isso nossos alunos continuarão a ocupar escolas protestando contra medidas inevitáveis, de fundamento totalmente econômico que lhes é desconhecido e por outro lado são fruto da nossa incompetência como eleitores e nossa falta de atenção enquanto cidadãos.

Que as novas escolas sejam bem vindas.

Que Pernambuco tenha muito sucesso.

E que o resto do país acorde! 

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Comunicação on line

http://coachwinner.blogspot.com.br/2016/09/faca-me-o-favor-comunicacao-on-line.html

terça-feira, 21 de junho de 2016

Minha cara de pau me faz aprender e muito ou como somos culpados




Começo alertando que tudo que falo aqui é opinião minha...

Há quem não acredite mas sou muito tímida.

Mas quando algo me chama a atenção, minha cara de pau assume seu papel e isso sempre me levou a caminhos interessantíssimos.

Nesta semana tive a oportunidade antropológica de estar por duas horas e meia em uma UBS, Unidade Básica de Saúde em SP.

Esse tempo todo só para ser atendida na farmácia.

Se era para ficar ali por um longo tempo e sendo o ambiente pouco afeito a tecnologias de ponta, a boa e velha conversa seria o melhor passa tempo possível.

Foi um ótimo papo com 2 moradores de rua (um na faixa dos 28,29 e o outro na dos 60 e tantos) e 3 moradoras de favela.

Confirmei várias de minhas opiniões sobre a saúde e o serviço de assistência social na cidade e reforçaram informações que tinha sobre o Bom Prato.

Eles disseram adorar a comida do Bom Prato especialmente a feijoada das quartas. E me convidaram.

 Aceitei e vou mesmo só não sei quando, mas vou.


Foto Fábio Brito- Estadão

Vocês deveriam saber um pouco mais sobre a vida dos moradores de rua de SP.

Digo isso porque vejo tanta gente fazendo o maior alarde a cada vez que um deles morre por causa do frio que fico me perguntando como as pessoas pensam que isso chega a acontecer.

São décadas de uma administração distante da realidade dessa gente...

Coisas como não querer abandonar o animal de estimação são ignoradas. Como se entre os das classes mais altas não fosse comum gente que os tem como filhos.

Imagine o que é um cachorro quando você vive na rua, sozinho sem ter em quem confiar?

Outra questão bastante conhecida mas que em relação a qual pouco se faz é a da doença mental e das drogas lícitas ou não...

Faça uma comparação: o que seria daquele seu cunhado que BÊBADO faz altos rebus se ele não tivesse uma família por trás?

Também pouco é feito para que essas pessoas sejam reintegradas à sociedade instituída.

Eles não tem vontade de trabalhar, de estudar, de reconstruir suas vidas. E deixam prá lá, é assim mesmo.

Afinal ninguém nas classes mais altas já ouviu falar em depressão por exemplo...

Está tudo errado.

Gastam fortunas em formação, treinamento e programas bombásticos de interferência social mas tudo sai da cabeça de gente que parece viver em outra dimensão...

E a culpa é nossa! Afinal, os governantes estão onde estão através do nosso voto. E achamos que nossa missão termina nas urnas.

Isso faz com que não possamos ficar postando mi mi mi nas redes sociais, sinto muito.

Ao invés disso, cobre seus eleitos, cobre seu pastor, seu padre...

Quantas pessoas caberiam dentro das igrejas nas noites de frio?  

E existem os conselhos municipais onde vc pode cobrar ações que mudem a imagem que os moradores de rua tem dos albergues, sugerir mudanças.

Ou seja, falar é fácil.

Sair de casa e ir aos conselhos é meio chato mesmo.

Mas se não agirmos, nada vai mudar. 

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Qual vai ser sua reação? Você pai ou mãe , pode assistir a um dia dos namorados diferente!







Faltam poucos dias para o Dia dos Namorados.

Sim, vamos esquecer que é uma data comercial porque até elas podem ter algo de bom para oferecer.

Neste caso, há um clima de paixão no ar para alguns.

Para muitos outros o clima é depressivo, mas isso é assuno para outra postagem.

MAS VOCÊS SABIAM QUE INCRIVELMENTE PARA MUITOS O CLIMA É DE PAVOR?

Para esses é como se o mundo fosse acabar a qualquer momento.

Como se nada no mundo valesse mais a pena, como se todos os seus sonhos tivessem ruído em segundos.

Sabem de quem estou falando?

De pais (não vou ligar prá gênero tá, pais para mim= pai ou mãe, genitores)que nesta época são informados que os filhos(as) são homossexuais.

Em 30 anos de consultório não foram poucos os casos que atendi de pais desesperados e decepcionados e de filhos arrasados. 

POR QUÊ?

Do lado dos filhos: Eles estão amando.

 E querem dividir isso com o mundo.
E o mundo inclui suas famílias...
Porém, em muitos casos, dizer aos pais que é homossexual pode causar uma catástrofe pessoal.
Nada do que você é interessa mais.
Nada do que você fez de bom ou ruim tem alguma importância.
Só o que importa é que você está fora da ordem natural das coisas, que você é um degenerado, uma bicha, uma sapata, um(a) louco irresponsável que quer matar os pais de tristeza e vergonha.
E lá vai o sujeito mergulhar em uma tristeza profunda que na maioria dos casos é superada e tem uma evolução tão bem sucedida que deixa sem graça a horda de críticos.  
Porém as cicatrizes ficam.

Do lado dos pais: Eles estão em pânico!

E como fazer para esconder esse erro, essa tragédia do mundo?
E da família?
E dos amigos?
Sim porque o degenerado que eles criaram agora resolveu destruir todos os seus sonhos, agredi-los, desafiá-los...
E se insistirem nessa reação passarão o resto da vida amargurados e frustrados.

Se os seus  motivos para justificar tanta loucura são religiosos, pare de ler aqui. Não vou discutir religião e seus dogmas com ninguém. Ao menos não neste momento .

Mas se como muitos dos pais que atendi seus motivos são apenas baseados naquilo que você previu para seus filhos, me desculpe, mas ninguém pode determinar como será a vida de ninguém, nem dos filhos, tá? 

AGORA EU  PERGUNTO A VOCÊS:

Essa pessoa de quem você está falando não é a mesma que até ontem, antes da "revelação" você dizia amar e admirar?

Não são vocês que dizem que fariam qualquer coisa pelos filhos?

Então por qual razão você poderia desejar que seu filho/a viva uma vida de mentiras,  contorcendo a própria alma em prol de regras estabelecidas sei lá por quem?

Vocês já não leram, viram e ouviram milhares de matérias dizendo que a homossexualidade é uma condição e não uma opção?

Já parou para pensar que se as regras estabelecidas fossem inversas você se sentiria muito estranho?

Algo no mundo te deixa mais feliz do que a felicidade dos seus filhos (fora os discursos de independência que você faz por aí, claro)?

E DIGO A VOCÊS, OS "DESTRUIDORES DE REGRAS":

Sim, vocês tem todo o direito de exercer plenamente seu próprio ser, de viver a vida que sonham, mas tenham algum tato, busquem o diálogo até o fim .

Tentem entender que o que eles estão sentindo é o mesmo que você sentia quando esperava por algo que por alguma razão eles não te ofereciam...

Ou é a mesma sensação do analfabeto que vê as letras mas não sabem o que significam...

É o medo do que "os outros vão dizer"

E isso meus caros, a maioria tem. Poucos percebem que as dificuldades dos outros pertencem aos outros e que não são problemas nossos. 

O QUE FAZER?

Duas são as senhas mágicas: Diálogo e Aceitação

Mentiras não valem!

Digam tudo o que quiserem, falem de suas surpresas e de suas estranhezas.

Se o diálogo entre vocês for muito difícil, procurem ajuda. Psicólogos existem para isso...

MAS O PRINCIPAL:

Abandone a necessidade do drama e deixa a vida fluir.

Como prever o que vem pela frente?

E se o futuro disso só trouxer coisas boas, alegrias, afeto, amor?

Por quê esperar por coisas ruins?

Desafios a gente supera.

E tudo o que o mundo mais precisa hoje é de amor.

E como dizia o poeta: Qualquer Maneira de Amor Vale A Pena!

(por quê esta postagem hoje? Porque esta semana fiquei imensamente feliz ao reencontrar ex pacientes, os pais e o filho, com quem em uma rápida conversa cheia de lembranças percebi o quanto a capacidade de pedir ajuda pode fazer com que a situação seja muito melhor do que o esperado. Eles sabem de quem estou falando e eu agradeço por fazer parte desses acertos)





sábado, 21 de maio de 2016

O país do futuro ficou mais distante






Tá certo que 10 dias de governo não tem a capacidade de nos apresentar dados concretos especialmente quando se sabe que quem saiu escondeu muita coisa.

Mas também sabemos que quem entrou sabe muito bem em que pé estão as coisas, só precisa organizar um painel de apresentação.

Mas desde as eleições todos esperávamos, independente do resultado, que a situação ia ladeira à baixo.

Foram muitos anos de atos irresponsáveis, de autopromoção às nossas custas.

Qualquer um que ganhasse teria que adotar medidas drásticas para conter a derrama.

Não adotaram as medidas a sério, acho que iam esperar o desastre acontecer pós 2018.

Eu sou a favor de novas eleições.

Há muito de podre no reino de Brasília.

Muitos elementos inadequados se o que queremos é começar uma longa jornada de salvação para o país.

Agora, se esse governo "em exercício" continuar a ceder a todas as pressões estamos perdidos!

Já não deveriam manter as trocas e favores partidários, mas sendo quem são, os mesmos, por quê o fariam?

Quem me acompanha sabe que sou uma grande defensora da cultura. E sou de graça, não ganho absolutamente nada com isso. Mas não dá para admitir que aceitem as imposições de uma parte da sociedade quando a ideia é dividir o prejuízo. Quando todos terão que ceder para que o país ganhe.

As medidas que virão por aí serão terríveis a curto, médio e longo prazo.

Precisamos ficar atentos às manobras de convencimento como esse dar algo pequeno agora para depois nos derrubarem em uma rasteira gigantesca.

Recuperar a economia passa por muitos caminhos e são todos tortuosos e cheios de solavancos.

O envelhecimento da população em um quadro de inflação alta e governo sem um tostão vai gerar grandes dificuldades aos mais jovens no futuro.

Porque é muito fácil falar em redução da idade para a aposentadoria quando quem fala tem empregos altamente privilegiados e não sabe o que é envelhecer trabalhando por horas em condições difíceis, depender de transporte público e etc 

Exigir que a cultura seja elevada a Ministério, mesmo sabendo que isso não altera muito a realidade do que será investido é no mínimo ridículo.

Um país sem educação e saúde não pode aproveitar suas manifestações culturais, nem aquelas que saem do povo, das ruas, muito menos as de outras fontes sempre caras e muitas vezes desinteressantes para a maioria deseducada.

Há tanta coisa a fazer que realmente eu não gostaria de estar na pele dos governantes.

Cada um deles precisará dar o máximo de si.

Mas por mais que façam, há um longo percurso antes de nos sentirmos minimamente seguros novamente. 

Eu continuarei a fazer minha ínfima parte. Trabalhando, não organizando  manifestações "culturais" esdrúxulas.

O país do futuro ficou mais distante.

sábado, 7 de maio de 2016

X motivos para você refletir sobre o que será de nós brasileiros




Um já caiu, na minha opinião faltam 513.

Tá, pode ser que uma meia dúzia de 3 ou 4 poderia continuar.

Mas isso depende só de nós.

Mas a questão aqui são os x motivos que você brasileiro precisa refletir sobre para não enfartar nos próximos meses:

1 - Pensa se não foi sorte do PSDB perder essa eleição...

2 - Tenha a certeza de que seja lá quem for que assumir a Presidência (se houver impeachment) quem vai se ferrar somos nós (se ficarmos em casa assistindo o campeonato de futebol mais próximo).

3 - As medidas amargas q2ue eles VÃO adotar, afetarão a previdência social, vai mexer com verbas de ministérios, não vai deter a inflação tão fácil e não vai ajudar em nada a indústria, o comércio e os serviços.

4 - Tem certeza de que ficaremos quietos quanto aos privilégios que eles tem? Auxílio o diabo a quatro enquanto muitos de vcs estão desempregados ou em vias de ficar?

5 - Onde os milhões de brasileiros estavam com a cabeça quando mantiveram no poder um governo que maquiou as contas de forma descabida?

6- onde estavam com a cabeça os órgãos de controle do país que não se manifestaram antes? Porque é óbvio que alguém percebeu? Ou são todos loucos?

7- Claro que o brasileiro vai dar um jeito de sobreviver. Mesmo sem saber como. Mas vamos ficar quietos sem salários, lucros ou saídas enquanto os salários deles continuam na mesma?

8 - E quando (se) resolverem cortar gastos com pessoal, quantos desempregados seremos?

9 - E não se esqueçam de esquecer os direitos trabalhistas conquistados até agora.

10 - Quanto tempo levará para mudarmos o mindset do brasileiro e termos alguma chance real de que nossos netos cheguem ao tal do país do futuro inalcançável?

11 - de 11 à X, você decide no que pensar...

quarta-feira, 4 de maio de 2016

quinta-feira, 21 de abril de 2016

14 respostas que Dilma poderia usar para responder: E se o Impeachment não passar?







Calma! Não saia atirando, isso ainda pode acontecer.

Não sou petista nem socialista.

Nunca votaria em alguém que leva suas ideologias ao extremo de cometer sequestros e assaltos em nome de sei lá o que.

Mas muitos votaram e agora, muitos querem tirá-la de lá.

Eu também quero. Mas não só a Presidente.

Para mim, teríamos um governo provisório e novas eleições o mais rápido possível.

Dos deputados e senadores que temos por lá, duvido que sobre uma dúzia que realmente valha a pena. Por isso, precisam sumir junto.

Mas acontece que ela pode continuar.

E aí? Quais as chances de ela conseguir terminar o mandato?

Seja lá o que acontecer, os que assumirem daqui para frente se quiserem algo de razoável para o país terão que tomar medidas 100% impopulares.





MAS E SE DILMA FICAR? O QUE GOSTARÍAMOS DE OUVIR?

1-  Peço desculpas pelos erros cometidos (com justificativas)

2 - Renovo todo o meu staff, sobrarão muito poucos

3-  Reduzirei o número de ministérios e secretarias

4-  Cortarei todos os auxílios desnecessários (auxílio terno, moradia, engraxate, viagens)

5-  Venderei a maior parte dos prédios públicos para arrecadar dinheiro

6-  Faço a reforma política e a econômica que vocês tanto querem.

7 - Infelizmente, terei que fazer a reforma previdenciária

8 - Apoiarei 100% as ações da PF e do ministério público

9 - Devolveremos todo dinheiro desviado e vamos desfazer todos os negócios equivocados.

10-Darei ao menos o ponta pé inicial para o fim da seca e das enchentes, da segurança ruim e da saúde destruída.

11- Vou parar de fingir que me importo com a educação.

12- Fiscalizarei de forma acentuada os usuários dos programas sociais de renda.

13- Exigirei resultados importantes dos CRAs em tempo record

14- Vou fazer cursos do PRONATEC como sugeri à minha colega economista durante a campanha.

quinta-feira, 17 de março de 2016

Messias chegou? Ou o caso de Lula LÁ e NÓIS de cá





É, é NÓIS de cá mesmo.

Cansei de ler nas redes que os que foram às ruas hoje não sabem o que foi 64 e bobagens do tipo : o que está acontecendo é sinal de que o país está amadurecendo. Qual parte disso é amadurecimento?

Isso pra mim é apodrecer.

Não se esqueçam que o PT não apoiou o texto constitucional mas o usou para tirar o hoje parceiro Collor do cargo.

Botaram Lula lá.

Por anos, desde então, a maquilagem ampla geral e irrestrita rolou solta a ponto de convencer economias de além mar. Ou quem sabe foram beneficiadas também, afinal Pasadena foi um ótimo negócio para muitos...

O país vai às ruas aos milhões e dois dias depois aquele nome que aparecia como o favorito para a próxima cela reformada  quase se torna ministro de Estado.

Quase, porque sem termo de posse assinado...

Há os que acham bacana o vocabulário chulo e jocoso dos telefonemas. Fodam-se as palavras, mas seu significado é ofensivo ao povo.

Ao povo coxinha sim que não faz manifestação durante a semana porque precisa trabalhar.

Ao povo pobre da periferia que no final de semana tem que cuidar da casa e não pode gastar o vale transporte para ir se manifestar.

Aos milhões de desempregados, subempregados e desesperados país afora.

Só não ofendem aos não sei quantos e poucos reunidos em uma das escolas mais caras do país. Eles não são coxinhas, mas comem mortadela em comício, mesmo preferindo caviar. 

E a maior autoridade do país vem dizer que precisa do cara prá arrumar a bagunça que virou o país.

Afinal, foi orientada por ele.

Estamos à deriva.

Alguém precisa fazer algo. 

Mas quem?

Em uma coisa concordo com os de lá: Investiguem a todos!

Quem fará isso? 

Se fizerem, quem sobrará?

Porque cá entre NÓIS, os retardados incultos, desinformados e manipulados, não existem opções totalmente confiáveis...Muito menos entre os de LÁ.

Infelizmente não sei quem foi, mas ofereceram para a turma dos manipulados globais uma explicação metafórica excelente nas redes sociais.

Foi assim: A presidente deu o anjo ao ex porque ele a ajudou a ser líder. Entenderam?

Ainda não sei se o Messias chegou.

Pena que não é o Messias que grande parte do mundo espera. Quem sabe ele teria uma solução? 

Se desta vez não pudermos contar com ao menos alguns políticos, com a justiça e com os empresários nada vai mudar. Continuarão a rir da nossa cara, minimizar Atibaia em favor de Itaipava, pedalinhos em favor de iates e por ai vai.

Falam em greve geral?

Quem vai arriscar o pescoço no quadro de desemprego atual? Desta vez o grevista mor está do lado de LÁ.

A única saída virá do apoio dos empresários. Sacrifiquem parte de seus lucros para que seus trabalhadores possam parar sem medo.

De nada adiantou a conquista da liberdade de expressão se por trás dos panos a expressão é outra, desviada e de vocabulário único: quero o meu!

Não dá mais.

O Brasil que queríamos morreu. 

Ressucitá-lo depende do horário da chegada do Messias.

Se não, será Lula LÀ e NÓIS de cá.


segunda-feira, 7 de março de 2016

São Paulo não pode errar

São Paulo não pode errar, o último engano já nos trouxe prejuízos demais!

Agora vem o PSDB e nos coloca em risco novamente.

Que se considere a democracia e seus meios e que se respeite a competência dos dois candidatos.

Porém, a cidade precisa de alguém que a conheça e que a ame.

Precisa também de alguém com experiência comprovada em administração pública e que já tenha convivido com aquilo que mais temos hoje: uma população e regiões depauperadas.

Parte da militância, deu ganho a Dória Jr na primeira votação.

Algo me parece muito estranho, diante da constatação que entre eles há antigos e aguerridos colaboradores de Matarazzo.

Mas deixando as desconfianças de lado, vamos às qualificações (brilhantes) dos dois candidatos:


João Dória Jr:

É jornalista e publicitário

Foi Secretário de Turismo, Presidente da Embratur e da Paulistur nos anos 80.

Há 20 anos é apresentador de TV : Show Business programa de entrevistas voltado para o empresariado e O Aprendiz. É Publisher da Doria Editora que publica 19 revistas voltadas para empresários e o público classe A.

Tem dois livros publicados: Sucesso com Estilo e Lições para Vencer.

Criador do famoso Market Plaza, Shopping Sazonal em Campos do Jordão, frequentado pelas maiores fortunas do país.

Fundador e Presidente do Grupo LIDES que é comporto por grandes empresas brasileiras e multinacionais  representantes de cerca de 40% do PIB nacional.



Andrea Matarazzo

É formado em administração de empresas.

Pertence à famosa e tradicional família que chegou ao Brasil em 1881 sem recursos e criou uma das maiores fortunas do país e um grupo empresarial que fez história por aqui fabricando e comercializando  produtos de uso rotineiro (além de outros específicos para outros usos) para a população , as Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo (IRFM).

Foi Assessor especial do MEC, secretário de política industrial e de comércio e turismo.

Secretario Estadual de Energia e Presidente da CESP

Ministro Chefe da Secretaria de Comunicação do Governo Federal

Embaixador do Brasil na Itália

Subprefeito na Sé

Secretário de Serviços e Obras

Secretário da Coordenadoria das Subprefeituras

Secretário de Cultura do Estado

2º Vereador mais votado do país.

Radialista - Programa A cara do Povo na Rádio Capital 

Andrea é um apaixonado por SP e em sua função como subprefeito e secretário das subprefeituras teve contato direto e constante com todas as regiões da cidade. Sua atuação foi extremamente marcante no combate ao contrabando, na padronização das calçadas, na revitalização do centro, na pavimentação, na criação de parques , na limpeza urbana  e foi o condutor da reforma da Av Paulista.

Foi um dos primeiros políticos brasileiros a utilizar as redes sociais como ferramenta de gestão. Através do Twitter (mais tarde no facebook), Andrea atendia às solicitações de seus seguidores e mantinha comunicação com seus auxiliares e funcionários.

Apaixonado por motocicletas, Andrea tem o hábito de circular pela cidade observando cada ponto.

Na época em que foi subprefeito e como secretario das subprefeituras costumava entrar em contato com os setores responsáveis via fone e aguardar seu comparecimento nos lugares onde encontrava problemas durante seus passeios de moto.


Gostaria de falar também sobre as impressões e lembranças que nós, paulistanos (não nasci aqui, mas cheguei aos 3 meses à cidade) com mais de 50 crescemos ouvindo as histórias de nossos avós, pais e vizinhos sobre a forma respeitosa e cuidadosa como eram tratados pelos seus empregadores nas IRFM.

Andrea manteve essa característica.

Seus hábitos de elite paulistana quatrocentona foram lapidados na lida com as tarefas mais complexas da cidade em que atuou. Hoje, tanto quanto qualquer morador da cidade ele conhece seus problemas e terá muito o que oferecer.

Sem desrespeito algum pela carreira brilhante de João Dória Junior, acho que os filiados devem pesar se o que importa agora são suas necessidades pessoais ou as da cidade.

Trabalhei como subordinada (em 20º escalão) de Andrea e sei o quanto ele fez pela cidade e o quanto investiu usando seus relacionamentos pessoais para oferecer aos funcionários melhor qualificação profissional.

E vocês que são filiados recentes, pensem bem.  Filiar-se a um partido coloca em suas mãos parte  da responsabilidade pelo futuro da cidade.

Analise seus motivos e também a experiência dos candidatos.

Os filiados de longa data, cuidem para que os interesses pessoais não tomem a frente dos interesses da cidade. Vocês serão cobrados no futuro, tenham certeza disso.

Eu, sou Andrea.