Enter your email address:

Delivered by FeedBurner

sábado, 4 de agosto de 2012

#+ouroBr16

Este é o link de hoje, 04/08 para o quadro de medalhas das Olimpíadas de Londres

http://globoesporte.globo.com/olimpiadas/medalhas.html

Nunca nos saímos muito bem mesmo e neste ano até nossas maiores promessas não tiveram bons resultados.

A aptidão para esportes obviamente tem muitos aspectos a serem considerados.

Há os fisiológicos, os biológicos, os genéticos, os psicológicos, os culturais e tal. Alguns casos podem realmente limitar a performance.

Mas na maioria dos casos é possível aprimorar física e psicologicamente um candidato a atleta. No Brasil temos um exemplo claro disso, Zico. Um jogador com talento cuja estrutura física foi desenvolvida para aumentar as chances de sucesso.

Mas, mais uma vez acredito que o principal caminho para uma melhoria nos resultados brasileiros em esportes olímpicos, passa pela educação.

Cabe aos pais e professores incentivarem as crianças e os jovens a praticarem esportes, informá-los sobre seus benefícios.

Só assim, desenvolveremos uma cultura esportiva nas próximas gerações.

Por que faríamos isto?

Porque o esporte traz mais do que medalhas ou um corpo bonito.

O esporte traz vida, saúde e uma visão mais bem definida sobre o que vem a ser competir, vencer, superar obstáculos...

Ele é um excelente antídoto contra drogas e "fabrica" pessoas em geral muito bem resolvidas.

O Brasil precisa também de um programa de governo realmente capaz de alavancar o esporte no país e de empresas dispostas a investir no negócio.

Por isso, acredito que devamos começar agora, faltando 4 anos para as Olimpíadas que serão realizadas em nosso território, a cobrar de quem de direito, providências para que em 2016 tenhamos melhores resultados nas disputas.  



Dificilmente nos transformaremos até lá em uma equipe imbatível, mas se queremos fazer acreditar que estamos entre os grandes do mundo, isso tem que incluir desempenho bom em esportes.

As redes sociais estão aí para nos ajudar, através delas, ao menos podemos expressar nossos interesses.

Por isso sugiro a # #+ouroBr16 pipocando desde já.







quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Debates

Debates...

Não adianta. Esses debates pré eleitorais nada mais são que mais uma forma de nos chamar de idiotas.

Qual a função deles?

Conhecer as propostas dos candidatos?

Sinto muito, mas isso é bobagem.

Aliás eleições com voto obrigatório são uma bobagem.

As propostas apresentadas em debates ao longo de todos os anos em que eles existem, são apenas alegorias, chamarizes para o voto. Propaganda, auto promoção e só.

Empossados, o dia a dia das cidades engolem os discursos feitos.

Se todos tem propostas infalíveis e a maioria está de alguma forma em posição de interferir por tanto tempo, por quê nunca fizeram nada?

Nosso país precisa parar e buscar uma reformulação total a começar pelas cidades.

Somos muito diversificados, temos características muito diferentes.

Sei que é a mais pura utopia, mas tem que haver uma colaboração séria entre governo federal, estadual e municipal, sem interferência de divergências partidárias.

Nas cidades, que são o alvo neste momento, é preciso começar pelo planejamento urbano em todas as suas faces.  

Manutenção do que há e controle sobre o que será feito. Não é mais possível, ao menos em São Paulo, licenciarem empresas que gerem um aumento de fluxo de trânsito sem reestruturar a região afetada.

Fiscalização de obras e prestação de serviços é indispensável.

Informação eficaz é urgente.

Valorização de servidores, todos eles, não apenas os da saúde e da educação e uma preocupação maior com a competência desses funcionários.

Cuidar para que não haja corrupção não deveria ser apresentado como algo inusitado. É uma situação absolutamente inevitável e exigível de qualquer candidato.

E talvez a corrupção seja o maior e mais grave problema não só do município, mas do país.

É ela que nos faz ter um péssimo serviço público em todas as áreas.

A incompetência na gestão de recursos é outro entrave para qualquer possibilidade de melhoria.

E, como sempre, sendo repetitiva, isso passa pela falta de educação no país.

Pessoas sem educação, não conseguem digerir propostas de debates...

Muito menos são capazes de fiscalizar o serviço prestado.

E vão sempre votar em quem mais lhes oferecer favores ou interesses pessoais.

A escolha de candidatos deve acontecer com base em suas realizações em oportunidades anteriores.

Isto porque não há "sangue novo" competindo.

Se um dia, tivermos novos candidatos competindo, precisamos de uma análise apropriada de suas ideias em todos os setores em que a administração municipal vai atuar e deverá ser feito um acompanhamento consistente das suas realizações durante seu governo.

A participação popular em Conselhos Municipais, audiências públicas e outros mecanismos de controle é absolutamente indispensável, de uma importância imensa!

Mas essa participação também tem que ser precedida de informação e educação adequada, porque hoje, as pessoas no máximo são atores coadjuvantes dessas ferramentas. Não há a intervenção que poderia haver.

 É pouco provável que durante o debate de hoje, alguma coisa me leve a escrever novamente. Vamos ver.


I

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Ouvi Isso?

Pedido feito por filha de presidiário ao pai (falando da prisão) :

-"Quando vc estiver com uma vítima, pede para comprar uma prancha e um secador?"

O pai disse que faria isso até o final de semana

A conversa foi apresentada no JH hoje, e tinha mais, mas não consegui anotar mais nada.

Ouvi Isso?

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Falta Noção

A fase pré eleitoral deste ano está estranha e eu vivo dizendo isso por aí.

Poucos falam da campanha e mesmo se falam, tudo soa esquisito afinal as coligações feitas, as concessões em nome de maior número de eleitos por partido, desta vez tomaram rumos impensados, absurdos.



Discursamos a respeito e a maioria conclui que tudo está nas nossas mãos. Nós, os eleitores é que temos em mãos a arma, a ferramenta para quem sabe, "consertarmos" o país.

Mas prá isso acontecer, além de todo aquele conhecimento de que sempre falamos sobre legislação, sobre o papel exercido por cada instância governamental, precisa haver algum tipo de noção.


Noção de que?

De qualquer coisa!

É sério.

Vivo na maior cidade do país, que é uma espécie de amostra da população nacional.

Nossa rotina é sempre agitada, o trânsito caótico etc e tal .




E em cada evento desta rotina, é fácil perceber que falta noção.

Noção de respeito, de bom comportamento social, de educação, de tudo.

Este post não tem nenhuma grande pretensão. Ele é só mais um registro de meu espanto com o mundo em que vivemos, especialmente nas grandes cidades e foi inspirado em pequenos fatos cotidianos como por exemplo o comportamento animalesco das pessoas no trânsito ou no transporte público.




Chego a pensar, que deveriam fazer uma pesquisa séria sobre a prontidão dos reflexos das pessoas!




Ou deveria ser uma análise comportamental para verificar por exemplo, porque alguns são incapazes de agiar com naturalidade em uma simples fila?


É assim: você está em uma fila em um grande hospital movimentadíssimo. Esta fila que te dirige a um balcão, está tão grande que acaba invadindo a área de entrada de pacientes. Para mim, é natural que quando alguém é atendido, portanto, um lugar fica vago, o próximo da fila deve se mover um passo adiante, o que livraria a tal entrada de pacientes para que cumprisse sua função sem atropelos. Mas não. Sabe-se lá porque, o sujeito (a) fica plantado no mesmo lugar mesmo que haja espaço para mover-se 3, 4 passos....

No trânsito, cada vez mais é fácil perceber que o tempo de reação das pessoas aos sinais de trânsito por exemplo, é lento, muito lento...



Nas rampas de acesso ao metrô, nas plataformas das estações, em escadas rolantes ou fixas, me espanta a falta de um conhecimento básico: a noção de mão e contra mão! Coitado daquele que estiver no lado onde o fluxo de pessoas é menor! Será empurrado, espremido e ainda vai ouvir reclamações!

Sobre o ato heroico de entrar ou sair do transporte público, especialmente o metrô, eu nem vou dizer nada...



Outra tragédia comportamental: praça de alimentação de shoppings! É ridículo você ver pessoas "guardando lugar" enquanto alguem do grupo nem chegou  na fila dos restaurantes/ lanchonetes para fazer seu pedido. E muitas vezes, você já com o prato na mão, fica ali parado, rezando para que milagrosamente surja um lugar.



Por isso eu me pergunto: como podemos esperar reações lúcidas, minimamente racionais deste tipo de pessoa?

Como esperamos que através delas mudemos o país.



Falta noção

sábado, 7 de julho de 2012

Hoje tem marmelada?

A campanha começou.

O circo está montado, o espetáculo vai começar.



Os palhaços somos nós. A platéia, a classe política que diverte-se e aplaude nossa atuação.

Quanto mais ingênuas nossas piadas e gestos mais eles riem!

Somos também os animais amestrados, comandos simples, qualquer guloseima e repetimos atos e movimentos amarelados pelo tempo, mas eles se divertem....

Malabarismos são nossa especialidade! Mantemos no ar os pratos de nossa justiça, nossa comida, nossa saúde com muita habilidade. E eles se espantam e se despreocupam com a solidez de seus ganhos que lhes permite assistir e aplaudir não pela admiração, mas pelo alívio ao perceber que balança mas não cai, porque os palhaços não pensam em resistência, em mudança, apenas mantem o equilíbrio salvador, embora insatisfatório .


E as mágicas? São surpreendentes! Eles,da platéia, nos dão material para anos e anos de ilusionismos! Transformam números, reabilitam moribundos, mudam de lugar e de pensamento sem esforços.

Saltamos do trapézio, a cama elástica de nossa paciência nos lança aos ares, nos devolve ao solo meio tontos, meio tortos e eles riem...

Lhes parece que nunca teremos saída. Nossos limites são os da lona em que vivemos, construída por eles e com manutenção garantida pela política do pão e circo que não inclui treinamento independente muito menos raciocínio, apenas permite a obediência aos comandos.

Treinar animais para que mantenham o roteiro, precisa levar em conta e obedecer a padronização desses comandos. Não há animal que obedeça a palavras diferentes das que internalizou como caminho.

E na fumaça cenográfica surge uma nuvem misteriosa que poucos compreendem mas quase todos utilizam. Ela é recheada de palavras e informações de todo teor, toda cor e toda a força que muda os caminhos conhecidos do show e transforma o espetáculo numa espécie de psicodrama público, onde egos auxiliares trazem influências capazes de assustar a platéia como num trem fantasma moderno.

Qual será o número final?

Será que os palhaços vão continuar os mesmos?

Viver de arte prevê inovações.

Inovações preveem reações.

A plateia vai continuar a sorrir e a aplaudir?

Ou há chance de que fique espantada com a arte da palhaçada?

Que o palhaço deixe de ser ladrão de mulher. Furtos roubos e estelionatos deixaram de ser novidade, contaminou a plateia e coloca lágrimas obrigatórias nos olhos do circo.



No picadeiro há mais barulho, os atores querem atenção verdadeira antes que decidam pelo fim do espetáculo. Brigaram tanto por sua realização, podem brigar pelo contrário.

Hoje tem marmelada?

Não mais meu senhor!

sábado, 30 de junho de 2012

O Fim do Mundo

Dizem as centenas de profecias que andam por aí, que 2012 traria o fim do mundo.

Se não me engano é a 20ª data marcada para nossa extinção.

Nunca dei confiança para isso, afinal, se estiverem certas nada poderíamos fazer, como faríamos para alterar o comportamento alheio eficientemente?

Mas do jeito que a coisa anda, começo a acreditar que confundimos ou interpretamos mal as ideias dos profetas.

Eles falavam em cataclismas e guerras. Víamos isso de forma literal.



Mas pelos últimos acontecimentos, me parece que o fim vem de forma mais sutil. Menos bombástica e mutilante, mas tão agressiva e degradante quanto.

A velha Europa e a jovem América do Norte não conseguiram manter a máscara mercadológica e caem a cada dia mais vertiginosamente. E ainda há quem acredite que já acabou...eu acho que tá só começando.

O Oriente se debate de um lado com o super  e de outro com o baixo desenvolvimento de suas regiões.

O Continente Africano... continua lá, com um Egito no meio.

A América Latina convive com Evos e Cristinas, ex bispos  depostos e por aí afora.

No Brasil tentam o campeonato aqueles que nunca foram e caem os habituados a vencer.

Procuro de lanterna na mão, um único eleitor 100% satisfeito com os partidos que elegeram, alguns por toda a vida.

Não os encontro.

Devem estar todos atordoados mesmo, porque se você tem lá suas convicções e tenta ser fiel à elas, como poderia aceitar certos malabarismos eleitoreiros?

Como o sujeito, militante aguerrido vai lidar com uma convivência pública pacífica com seus maiores adversários?

Por outro lado, o sistema eleitoral vigente, vem criando estalactites políticos. E nós que reclamamos tanto de coronéis imortais que nem a idade avançada afasta do poder...

As possibilidades de renovação se desfazem no ar e na nossa cara.

Disputas e discussões entre aqueles que há pouco eram "pares" desfilam à nossa frente.

Escolhe-se pela capacidade de divisão de votos entre legendas em troca de apoios pífios ao invés de buscarem propostas reais e consistentes.

Embora essa seja a atitude mais antiga e portanto a causadora dos males que o país enfrenta, desta vez todos, independente de a qual partido pertencem, extrapolaram.

É o fim do mundo

Ou quem sabe, deixamos de fazer das tripas coração e reagimos?

Fiquei feliz ao perceber membros importantes e famosos de alguns partidos, assim como muitos de seus militantes, formigas trabalhadoras e convictas de suas ideologias, expressarem seu desagrado aos quatro ventos. Admiro até aqueles que ao menos se calaram diante de tantos absurdos.

O desabafo de uns, somado ao silêncio dos outros pode criar uma liga, um novo começo onde antes dos interesses pessoais sobressaia o interesse pelo país e sua população.

Ainda temos muito a assistir até as eleições.

Muito dependerá da interpretação que dermos aos fatos, de como vamos absorvê-los.

E aí sim, poderemos chegar a conclusão de se estamos ou não no Fim do Mundo.




quarta-feira, 13 de junho de 2012

Promessas

Promessa é dívida lá na minha terra.



Mas, como minha terra faz parte de um país onde promessas e nada são a mesma coisa, vou descumprir a minha de não falar em nada que se refira a política em ano eleitoral.

É que não dá prá ficar calada quando se ouve e lê tanta loucura, dita e escrita em nome do ganho indiscriminado, inconsciente e manipulado de votos.

Liberar médicos do pagamento do financiamento estudantil em troca de prestarem serviços na periferia de São Paulo é um total absurdo!!!!

Médicos (advogados, engenheiros, enfermeiros etc), em todo o país, deveriam ter como condição de formatura a prestação de serviços em regiões pouco privilegiadas. Simples assim.

Dizer que seria possível acordos federação -  município em áreas onde são completamente independentes mediante a uniformidade de legendas nas duas instâncias tem cheiro de ... não me lembro a palavra, mas não me soa nem cheira bem.

Dizer que São Paulo não tenta se "espalhar", crescer para a periferia tem 2 situações embutidas:

1 - coisa de quem não conhece a cidade
2 - coisa de quem desconhece totalmente os meandros dessa situação.

Alem do que, não sei onde ou quando ou se a burrice das pessoas, especialmente de nossos políticos contemporâneos (alguns vindos da idade moderna, claro) vai permitir que seus discursos sejam mais positivos e construtivos. Se um dia vão entender que ganhasse eleitores com palavras boas, decentes e verdadeiras e não só com ataques e críticas infundadas aos adversários!

São tão primários, selvagens mesmo que deixam de usar grandes feitos dos quais participaram ativamente porque tiveram continuidade em governos "alheios"
É como se não fossemos ma nação (somos?), mas um bando de vizinhos encrenqueiros.
Deve ser mesmo a tal ignorância de que o budismo fala....
Mas isso é assunto pra outro post e pra outro blog.